segunda-feira, 31 de maio de 2010

Revisitando o RPG

Tive uma idéia interessante para RPG. Tem a ver com essaa imagem:



Seria basicamente pegar o AD&D e trocar tudo que está escrito "magia" por "tecnologia". Pronto, um sistema steampunk em menos de 1 minuto.

Os magos seriam cientistas, no qual as magias seriam peripécias tecnológicas. Os ingredientes materiais seriam os aparelhos em si, e até o ato de "decorar a magia" seria entender os procedimentos de um manual de instruções (o spellbook).

E os clérigos? Seriam "deus ex machina", aqui poderiam ser médicos/ biólogos, de forma a discenir dos magos/ cientistas. suas rezas seriam também procedimentos, seguindo uma doutrina de um campo da medicina/ biologia.

Criaturas mágicas seriam animais com implantes cibernéticos, movidos a vapor ou a dínamos primitivos. Criaturas puramente mágicas seriam autômatos completos, peças de relojoaria mortais, agindo por uma programação mecânica sinistra.

Claro que muita coisa seria explorada em "tempo real", cada jogador pegaria uma classe e iria desenvolvendo seu lado steampunk durante a campanha. Nem precisaria mudar stats, dados, dano...

Agora, a fase 2 dessa idéia é pegar uma aventura clássica (tipo um dragonlance) e recontá-la sobre esse novo molde. Imagina só....

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Ataque e defesa

Sumido, mas venho informar que nesta sexta estarei defendendo o tema da minha tese.

Outra novidade é que retornei ao Kendo. Para quem não conhece, eis um vídeo bem interessante:



Para quem quiser conhecer de perto, venha aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

Hora de castar

Estou reunindo recursos para fazer um screencast. Pra quem não conhece, é o processo de capturar um vídeo de um aplicativo, podendo incluir uma narração, criando-se então tutoriais e demonstrações de programas.

Algumas considerações a serem feitas são:
  • Que programa usar para capturar? A dúvida é entre programas pagos e gratuitos, e dentro de cada categoria temos várias opções. Esta dúvida também depende das seguintes, e escolheu-se a princípio dois gratuitos: CamStudio e VirtualDub, este último um velho companheiro de filmes trash.
  • Que formato utilizar? Aqui temos duas grandes opções: ou em vídeo puro (AVI, MOV) e Flash. O formato em vídeo pode ser aproveitado para ser exportado diretamente
  • Que codec utilizar na captura? Quando se pensa em um bom screencast, no qual você irá editar e acrescentar recursos, não necessariamente o codec de captura será igual ao codec de publicação. Isso porque no instante da captura a compressão é baixa, pois o programa da captura estará concorrendo com o próprio aplicativo capturado! Este site botou os codecs na mesa e comparou cada um.
  • Enquadramento: Ultimamente os aplicativos não são feitos para aquela telinha VGA de 640 x 480, porém os vídeos publicados (ou em DVD) são nesta resolução. A dúvida é: capturar a tela grande e reduzir no vídeo, capturar um pedaço de 640 x 480, capturar em resolução mais alta (partindo para um vídeo HD, mais pesado) ou contentar-se em reduzir o aplicativo para 640 x 480, todo espremido.
  • Aonde publicar? Caso você queira publicar em DVD, este é um problema menor. Publicar em web você deve encontrar um site que segure seus vídeos, não cobre tanto por isso (de preferência, nada), evite que qualquer um copie sua produção, e quem sabe possibilite você ganhar um dinheiro com isto.
Pelo jeito meu primeiro cast será uma espécie de meta-tutorial, mostrando estes dilemas...

Atualização uma boa combinação foi:
  • CamStudio capturando com codec Microsoft Video 1, qualidade máxima, 640 x 480, 10 fps;
  • Sony Vegas exportando para Xvid, mesmo fps;
  • Publicar no YouTube;
  • Ao inserir o link no Wordpress, o código HTML do Youtube é bloqueado. Mas vendo por aqui, pode-se entrar os parâmetros da forma [youtube=http://link.do.youtube.aqui&w=640&fmt=18&rel=0]
Na próxima tentarei capturar em 800 x 600, e faço o ajuste fino na edição, pois o "autopan" do CamStudio não faz milagres.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fanboys

Acabei de ver Fanboys. A crítica normal o avalia como um filme meio fraco, mas eu particularmente achei muito bom. A diferença entre opiniões é pelo filme ser fortemente enraizado no Star Wars, com diversas referências e cameos, espalhando-se ainda pela cultura pop em geral.

O enredo básico é um grupo de fãs tenta infiltrar-se no sítio do George Lucas, para assistir o Episódio I antecipadamente.

Destaques pela rixa entre Star Wars e Star Trek, e principalmente para a última linha do filme: "What if the movie sucks?" HAHAHA

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Morra muito

When the Jews return to Zion
And a comet rips the sky
And the Holy Roman Empire rises,
Then You and I must die.

From the eternal sea he rises,
Creating armies on either shore,
Turning man against his brother
'Til man exists no more.



"You'll see me in *hell*, Mr. Thorn. There, we will share out our sentence. "

domingo, 21 de junho de 2009

Mercenários das Galáxias

Após escutar o último Nerdcast, procurei assistir Mercenários das Galáxias, uma semi-paródia do Star Wars. (digo semi-paródia por tentar ser sério, mas está carregados dos esteriótipos do SW).

Como temia, eu VI esse filme na minha infância! Aquele homem-largarto, os Nestor (sic)... cara, e hoje em dia, quando assimilamos outras informações, eu vejo: Os Nestor são uma versão light dos Borg! Trashhhh

Quando acabar de assistir (talvez não termine hoje), faço a conclusão deste post. Até!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Bring me the head of John Connor

Após assistir o T4, puder concordar com o pessoal do NerdCast. Considerando que a física da viagem temporal não pressupõe realidade alternativa (vide Star Trek 2009), conclue-se que:

(ah, já falei que vou mandar um spoiler? Senão, pula fora!)

...
  1. John Connor envia seu soldado pro passado, para impedir o Terminator;
  2. O soldado acaba dando uns pega na mãe do Connor, ou seja, torna-se o pai;
  3. Os restos do T1 acabam sendo estudados pela Cyberdyne, ou seja, mesmo sendo destruídos pelo T2, se o sistema possuía o mínimo de redundância, safou os dados; foda-se se o gerente do projeto se explodiu, acaba perdendo um tempo pra reengenharia, e bola pra frente;
  4. No terceiro filme, constata-se que o futuro é "inevitável";
  5. No quarto filme, Connor encontra um Terminator de coração mole, mas que saca que rola um lance de "papai-e-mamãe" no passado;
  6. O T-? conecta-se com a base e faz um sync, dando o bizu do que é possivel viajar no tempo;
  7. Skynet toma todas as providências para enviar os Terminators, com uma programação que aparenta dar um duro, mas no final "falha", tudo para literalmente "dar uma mão" para iniciar a pesquisa da Cyberdyne;
  8. Connor, mesmo com os spoilers enviados pela mãe, faz tudo que o mestre mandar;
  9. Agora, se Connor não existisse, a Skynet não se lixava em enviar um Terminator para o passado, com isso não haveria chip e braço para extraírem a tecnologia necessária;
  10. Isso sem falar nos loops temporais do Kyle, treinado por Connor, treinar a mãe que vai treinar Connor...