Acho que já comentei isto tempos atrás (possivelmente no blog antigo), mas assistir o filme Metropolis com o cd do Hamlet tocando em paralelo é bem interessante. O Filme é inerentemente mudo, então se sua versão tiver uma trilha sonora, deixe-a de lado e escute a REVELAÇÃO :)
(tudo bem, não chega a ser um Dark Side + Wizard of Oz, mas veja se puder)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Meta!
Lei de Jung será lançado em 08/11/2008.
E pensar que sua edição iniciou-se em 21/06/2006... é hora de acabar com isso!
E pensar que sua edição iniciou-se em 21/06/2006... é hora de acabar com isso!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Post de Ferro
O lançamento do Homem de Ferro na locadora me fez lembrar de outro "homem" de ferro, ou melhor, o Gigante de Ferro. É um livro infantil da época da Guerra Fria, que virou desenho mas não ficou tão evidente na época. Foi um dos primeiros usos de cartoon rendering (ou cel-shading) que tenha visto.
Interessante também é que a música Iron Man não se refere ao super-herói, mas mais provavelmente ao gigante (que também chama-se Iron Man no conto original).
Interessante também é que a música Iron Man não se refere ao super-herói, mas mais provavelmente ao gigante (que também chama-se Iron Man no conto original).
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Programação jogada no ventilador
Imagine fazer com que um programa Java converse com uma rotina em Fortran. Parece a cena final do Star Trek I, com o computador da nave querendo "jogar uma idéia" na V'Ger...
Mas isso é possível, a princípio se voce chamar um intermediário, que nesse caso será o meu amigo C++... ou talvez o "primo-pobre" C, talvez cause menos problema com ambos os lados...
Então o programa Fortran será embalado pelo C/C++, fazendo o encapsulamento, podendo virar uma DLL. Daqui ele conversa com o Java, graças ao JNI, que é a possibilidade do Java ler código nativo.
Lembrando que o Java é uma linguagem interpretada e portável entre máquinas distintas, enquanto que o lado C /C++/ Fortran são compilados, não necessariamente funcionais em qualquer lugar.
Então você pergunta: "porque não faça o que você quer em um local só ?!?" porque quero aproveitar o melhor de cada um:
Agora o problema é implementar. o java chamará funções do fortran, vai passar estruturas de dados variadas, e hoje em dia tem que haver um tratamento de exceção, coisa que até hoje não tem no fortran (horror, horror), ou seja, quando trava, é rosca, sem aviso prévio.
Felizmente existem tutoriais, que abordam um pedaço de cada coisa. Um exemplo é o http://www.csharp.com/javacfort.html
Mas isso é possível, a princípio se voce chamar um intermediário, que nesse caso será o meu amigo C++... ou talvez o "primo-pobre" C, talvez cause menos problema com ambos os lados...
Então o programa Fortran será embalado pelo C/C++, fazendo o encapsulamento, podendo virar uma DLL. Daqui ele conversa com o Java, graças ao JNI, que é a possibilidade do Java ler código nativo.
Lembrando que o Java é uma linguagem interpretada e portável entre máquinas distintas, enquanto que o lado C /C++/ Fortran são compilados, não necessariamente funcionais em qualquer lugar.
Então você pergunta: "porque não faça o que você quer em um local só ?!?" porque quero aproveitar o melhor de cada um:
- O Fortran é o cara para calcular (você pode dizer o mesmo do C++, mas quando você tem uma biblioteca pronta a sua disposição, ou simplesmente um código que levou anos para uma galera implementar, não é você que vai desenroscar)
- O Java é o cara da apresentação: interface gráfica, web, XML... há bastante coisa pronta, e principalmente: a torcida é a das maiores.
Agora o problema é implementar. o java chamará funções do fortran, vai passar estruturas de dados variadas, e hoje em dia tem que haver um tratamento de exceção, coisa que até hoje não tem no fortran (horror, horror), ou seja, quando trava, é rosca, sem aviso prévio.
Felizmente existem tutoriais, que abordam um pedaço de cada coisa. Um exemplo é o http://www.csharp.com/javacfort.html
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Faça o "J"
Em tempos de programação orientada a objetos, documentação no próprio código e outras boas práticas que nos evita o código-macarrão, eis que vejo um livro chamado "J para quem conhece C".
Até aí, para quem vê o C pela primeira vez o acha bizarro, quando se vê então um código propositalmente obscuro, nem se fala. Agora, este tal de J é sacanagem!
Vejamos o mesmo programa em duas versões. Em C:
Em J:
Até aí, para quem vê o C pela primeira vez o acha bizarro, quando se vê então um código propositalmente obscuro, nem se fala. Agora, este tal de J é sacanagem!
Vejamos o mesmo programa em duas versões. Em C:
// Program to calculate Chebyshev coefficients
// Code taken from Numerical Recipes in C 1/e
#include <math.h>
#define PI 3.141592653589793
void chebft(a,b,c,n,func)
float a,b,c[];
float (*func)();
int n;
{
int k,j;
float fac,bpa,bma,f[300];
bma = 0.5 * (b-a)
bpa = 0.5 * (b+a)
for(k = 0;k<n;k++) {
float y = cos(PI*(k+0.5)/n);
f[k] = (*func)(y*bma+bpa);
}
fac = 2.0/n;
for (j = 0;j<n;j++) {
double sum = 0.0;
for(k = 0;k<n;k++)
sum += f[k] * cos(PI*j*(k+0.5)/n);
c[j] = fac*sum;
}
}
Em J:
chebft =: adverb define
:
f =. u. 0.5 * (+/y.) - (-/y.) * 2 o. o. (0.5 + i. x.) % x.
(2 % x.) * +/ f * 2 o. o. (0.5 + i. x.) *"0 1 (i. x.) % x.
)
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Engenheiro editando vídeo
A edição é um processo assintótico: ele tende a um ponto ideal conforme aumenta o tempo de trabalho, mas sempre sobrará algum detalhe...
(esta frase também se aplica a teses e dissertações)
(esta frase também se aplica a teses e dissertações)
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Tá com medo?
"Ὧδε ἡ σοφία ἐστίν• ὁ ἔχων νοῦν ψηφισάτω τὸν ἀριθμὸν τοῦ θηρίου, ἀριθμὸς γὰρ ἀνθρώπου ἐστίν• καὶ ὁ ἀριθμὸς αὐτοῦ ἑξακόσιοι ἑξήκοντα ἕξ."
ou
"Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex."
Você tem medo do 666? Então você tem Hexacosioihexecontahexafobia!
ou
"Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex."
Você tem medo do 666? Então você tem Hexacosioihexecontahexafobia!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Pra dizer que não falei de Linux
Como está atualmente o meu Linux:
- Kubuntu,
- KDE 4,
- Synaptic,
- Krusader,
- VirtualBox,
- Matlab e Mathematica (medo, muito medo),
- Texmaker e LyX,
- K3b,
- Gxine,
- Okular,
- Firefox.
domingo, 3 de agosto de 2008
Mamãe estou no Globo
Neste domingo, na Revista o Globo, pág. 13, na reportagem chamada "quero ser José Mojica" :)
"... Também sem ajuda nenhuma, Carlos Cléber (sic) levou seus filmes para festivais independentes, como a Mostra do Filme Livre. Engenheiro eletricista, ele conta com amigos para filmar histórias macabras. Já usou aranha de pelúcia gigante, fantasias e uma mistura de Nescau com groselha que dá um ótimo sangue.
"Já fiz uma cabeça rolando com o recorte de um quadro do filme - diz ele.
"Carlos Cléber é um dos quatro produtores citados no documentário 'Trash in Rio', sobre amantes do gênero, premiado na categoria Melhor documentário Universitário do 14º Festival Cine Vídeo de Gramado, em 2006."
Só não achei um link para a reportagem, então acabei digitando-a aqui.
"... Também sem ajuda nenhuma, Carlos Cléber (sic) levou seus filmes para festivais independentes, como a Mostra do Filme Livre. Engenheiro eletricista, ele conta com amigos para filmar histórias macabras. Já usou aranha de pelúcia gigante, fantasias e uma mistura de Nescau com groselha que dá um ótimo sangue.
"Já fiz uma cabeça rolando com o recorte de um quadro do filme - diz ele.
"Carlos Cléber é um dos quatro produtores citados no documentário 'Trash in Rio', sobre amantes do gênero, premiado na categoria Melhor documentário Universitário do 14º Festival Cine Vídeo de Gramado, em 2006."
Só não achei um link para a reportagem, então acabei digitando-a aqui.
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